Sobre

Cada pessoa, um modo de estar no mundo.

Uma experiência não se resume ao que aconteceu. Importa também como ela é vivida, o que significa e que lugar ocupa na história de alguém. Esse é um ponto de partida para conhecer a perspectiva fenomenológico-existencial.

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Imagem provisória de um vaso com elementos botânicos

Abordagem

Compreender a experiência, acolher as perguntas

A fenomenologia propõe atenção à experiência tal como é vivida. Antes de encaixar uma história em explicações prontas, convida a perceber seus sentidos: como alguém vive o tempo, sente o próprio corpo e encontra outras pessoas.

A Daseinsanálise traz para a reflexão clínica perguntas sobre a existência. Na perspectiva de Alice Holzhey-Kunz, o sofrimento pode envolver uma sensibilidade às condições de existir — como a incerteza, os limites e a impossibilidade de controlar tudo.

Esse olhar não transforma a dor em uma lição nem exige encontrar um sentido para tudo. Abre espaço para investigar o que se vive, sem reduzir a pessoa ao seu sofrimento.

Corpo, vínculos e cotidiano

Não existimos separados do mundo

Sentir, pensar e agir acontecem em uma vida concreta: nos encontros, nos hábitos e nos ambientes que habitamos. Thomas Fuchs propõe compreender o cérebro em relação com o corpo e o mundo, e não como um centro isolado que explica sozinho quem somos.

Essa perspectiva amplia a atenção para a pessoa em suas relações. Não significa desconsiderar a dimensão biológica ou substituir cuidados médicos, mas evitar que uma única explicação esgote a complexidade de uma vida.

Referências

Leituras selecionadas por Monica

Estas obras aproximam filosofia, experiência humana e reflexão sobre o cuidado. Não é preciso conhecê-las para buscar psicoterapia.

Sobre Monica

Trajetória profissional

A apresentação da trajetória e da formação de Monica será adicionada em breve.

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